quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Damião, o santo de Molokai...

Neste domingo, devido a canonização do Beato Damião de Molokai, Roma está plena de pessoas ligadas a esta figura singular. Aliás, convido a todos que ainda nao conhecem a vida deste grande apóstolo, a assitirem os filmes: Molokai, a ilha maldita e Damião, o santo de Molokai. É uma vida que vale apena conhcer. É uma estrutura humana capaz de "esperar contra toda esperança".

Devido a este grande evento, Roma foi tomada pelos belgas. Eles vêm com a alegria de quem vai fazer conhecer ao mundo um irmão. E hoje, aqui em casa, no Pio Brasileiro haverá a concentraçao de 1.000 jovens (mil jovens)! O nosso campo de futebol será tomado por algumas horas pelos jovens belgas que vieram para acompanhar a canonização.


Isso é impar por aqui. Andando pelas ruas de Roma, vê-se alguns jovens, na maioria turistas. Parece que eles sumiram também de nossa igrejas por aqui. Fiquei assutado outro dia quando fui participar de missa aqui numa paróquia vizinha do Colégio, pois nao se via jovem na igreja. Um evento que reuna mil jovens, é, de fato, singular por aqui.


Vamos acompanhar mais este sinal de Deus em nossa vida através da canonizaçao de Damião, o santo de Molokai.

Alegria na Bélgica pela canonização do «apóstolo dos leprosos»

BRUXELAS, quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009 (ZENIT.org).- O cardeal Godfried Danneels, arcebispo de Malinas-Bruxelas, mostrou, em declarações à agência católica belga Cathobel, sua «grande alegria e orgulho» pela próxima canonização do Pe. Damião de Molokai.

O «Padre Damião», cujo nome era Josef de Veuster, foi beatificado em 4 de junho de 1995 pelo Papa João Paulo II, e 13 anos mais tarde, em 3 de julho de 2008, a Congregação para a Causa dos Santos anunciou a aprovação, por parte de Bento XVI, de sua canonização. No consistório de 21 de fevereiro passado se fixou a data da cerimônia para o próximo dia 11 de outubro.

O cardeal Danneels já anunciou sua viagem a Roma para a canonização: «Este anúncio me enche de orgulho e de alegria. Como bispo do lugar em que nasceu o Pe. Damião, é evidente que irei a São Pedro», afirmou.

O purpurado sublinhou dois aspectos que tornam este acontecimento único: por um lado, «o Padre Damião é o primeiro santo originário da nossa diocese depois de São João Berchmans, no século XVI».

Por outro lado, acrescentou, «o futuro santo tinha uma personalidade fora do comum. Ele se tornou missionário não por escolha sua, mas para substituir seu irmão enfermo. Estando no Havaí, pediu para colocar-se ao serviço dos leprosos de Molokai, cujas condições de saúde os impedia de toda vida social. Ele escolheu viver no meio deles e acabou contaminando-se pela doença. Naquela época, a lepra era uma doença mortal. Contudo, o Padre Damião enfrentou seu destino com esperança. Ele mesmo se ofereceu para que provassem em sua pessoa diferentes tipos de tratamentos médicos».

«Quando me perguntam de quem o Padre Damião poderia ser padroeiro, eu respondo: de todas as pessoas que continuam esperando contra toda esperança, e que perseveram custe o que custar. Isso é o que sua vida nos ensina», disse o cardeal Danneels.

Também o Pe. Fritz Gorissen, superior da província flamenga dos Sagrados Corações de Jesus e Maria (PICPUS), à qual o novo santo pertencia, declarou a KerkNet que esta canonização «é uma confirmação do que o Padre Damião representa, razão pela qual ele foi chamado de ‘o belga maior’».

«Estas palavras do Padre Damião são muito significativas: ‘Sem a minha fé, teria sido impossível fazer o que fiz’. A fé foi fundamental para o Padre Damião. Era a razão de sua obra. Isso é muito importante, porque mostra que as pessoas são mais capazes do que crêem se tiverem confiança e estiverem sustentadas pela fé.»

Sobre a vocação do Padre Damião, afirmou: «Nós falamos de uma vocação na vocação. O Padre Damião partiu como missionário no lugar do seu irmão enfermo, Pamfiel, missionário no Havaí durante 9 anos. Sua vocação particular, a ‘vocação dentro da vocação’, começou aí, quando partiu para Molokai para cuidar dos leprosos».

A canonização será celebrada em Bruxelas e em Lovaina, explicou o Pe. Gorissen: «Está prevista uma festa popular e todos os bispos belgas querem realizar uma celebração nacional nos dois idiomas em Bruxelas, provavelmente na basílica de Koekelberg».

Com relação aos atos previstos pela Congregação, o superior afirmou que está previsto celebrar em Lovaina, onde se encontra o túmulo do santo. «Temos previsto reunir todas as instituições e organizações que têm o nome do Padre Damião», explicou.

Por outro lado, tomou-se a decisão de ceder à diocese de Honolulu (Havaí) uma relíquia do túmulo do Pe. Damião, um pequeno osso do pé. A própria diocese havaiana o pediu, através da Santa Sé, aos bispos belgas.

FONTE: ZENIT

O Santo Cura de Ars

Se compreendêssemos bem o que significa ser filho de Deus, não poderíamos fazer o mal [...]; ser filho de Deus, oh, que bela dignidade!

A misericórdia de Deus é como um rio que transbordou. Ao passar, arrebata os corações.

Não é o pecador que retorna a Deus para lhe pedir perdão, é Deus que corre atrás do pecador e o faz voltar para Ele.

Demos, portanto, esta alegria a esse Pai tão bom: voltemos a Ele... e seremos felizes.

O bom Deus está sempre disposto a nos receber. Sua paciência nos espera!
Se nós encontramos o Senhor e se Ele é para nós a luz e a alegria da vida, estaremos porventura certos de que aquele que não encontrou Cristo não sinta a falta de uma coisa fundamental e não que seja nosso dever oferecer-lhe esta realidade fundamental? Depois deixemos à guia do Espírito e à liberdade de cada um o que acontecerá. Mas se estamos convencidos e temos a experiência do fato de que sem Cristo a vida é incompleta, falta uma realidade, a realidade fundamental, devemos também estar certos de que não contrariamos ninguém se lhe mostrarmos Cristo e lhe oferecemos a possibilidade de encontrar assim também a sua verdadeira autenticidade, a alegria de ter encontrado a vida.

Bento XVI, 13/5/2009

Vamos lá!

Desejava, até com certa "teimosia", criar um espaço onde pudesse por em comum alguma reflexão em torno do serviço que tenho prestado nos últimos anos do meu sacerdócio. Agora, um pouco mais distante deste serviço, por motivos de estudos, vou procurar expor de forma simples, mas com muito carinho, alguns sinais de Deus que percebo na vida diária, nos acontecimentos da Igreja e das atividades realizadas. Sem muita pretensão, este pode ser um espaço de reflexão e troca de experiência entre pessoas que acreditam que, com a força e o dinamismo do Espírito é possivel crer num mundo novo. É isso ái! Vamos lá!